Desde os estudos na Suíça, começa a exercer intensa atividade no jornalismo, que mantém por toda a vida. Em Paris dirige o jornal clandestino russo-polonês Sprawa Robotnicza (Causa dos Trabalhadores), colabora com o jornal suíço Arbeiterstimme (Voz dos Trabalhadores) e escreve para Die Neue Zeit (Os Novos Tempos), revista da social-democracia alemã dirigida pelo prestigioso teórico marxista Karl Kautsky. Mais tarde escreverá em muitas outras publicações, entre elas a famosa Die Rote Fahne (A Bandeira Vermelha).

Professora da escola de quadros do Partido Social-Democrata Alemão, faz reflexões pertinentes sobre a prática pedagógica popular, para que seja intelectualmente frutífera.

Feminista, enfrenta o ambiente machista e patriarcal da social-democracia alemã, se posiciona a favor dos interesses das mulheres trabalhadoras, contrapondo-os aos das mulheres burguesas.

Humanista, toma posição a favor dos humilhados e ofendidos contra a crueldade do sistema capitalista.

Talentosa no desenho e na pintura, Rosa Luxemburgo se entregou de corpo e alma a esse ofício por algum tempo, e o resultado poderá se conferido aqui.

Sua ligação profunda com a natureza a leva, nas cartas da prisão, a fazer descrições detalhadas e poéticas de plantas, pássaros, nuvens, e a reflexões que mostram, com grande sensibilidade, como se sentia ligada a todas as formas de vida. Também não podemos esquecer que fez um herbário quase profissional ao longo dos anos.

Tantas Rosas em uma.